Migração de Sites: Guia Completo para Preservar o SEO e Evitar Perdas de Tráfego

Entendendo a migração de sites e suas implicações para SEO

Migrar um site, especialmente quando envolve alterações nos URLs, pode trazer desafios significativos, sobretudo em termos de posicionamento nos mecanismos de busca como o Google. Seja pela troca de protocolo de HTTP para HTTPS, mudanças de domínio ou alteração da estrutura dos caminhos nos URLs, é fundamental planejar e executar essa transição com atenção para minimizar impactos negativos.

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O principal objetivo ao alterar URLs é garantir que os usuários e os mecanismos de busca sejam direcionados corretamente para os novos endereços, preservando a autoridade acumulada, a experiência de navegação e a visibilidade nas páginas de busca.

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Por que é importante planejar a migração em etapas?

Para sites maiores, uma mudança em massa pode causar flutuações expressivas no tráfego e na indexação, dificultando a identificação de erros e o controle do processo. Por isso, a recomendação é realizar a migração em etapas menores, começando por seções que não sofram alterações frequentes ou que não sejam impactadas por eventos sazonais importantes.

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Esse método permite testar o processo, avaliar reações do Googlebot e dos usuários e ajustar a estratégia, minimizando os riscos antes de concluir a migração total.

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Além disso, realizar as mudanças durante períodos de menor tráfego ajuda a reduzir o impacto para os usuários e otimiza a capacidade do servidor para lidar com o aumento do rastreamento pelos robôs do Google.

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Preparação do novo site antes da mudança

Um passo crucia l para uma migração bem-sucedida é preparar adequadamente o novo site. Isso inclui:

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  • Configurar o CMS: idealmente, utilizar o mesmo sistema de gerenciamento de conteúdo para facilitar a importação e a manutenção do conteúdo antigo.
  • Transferir recursos: arquivos importantes como imagens, PDFs e outros conteúdos devem estar acessíveis no novo endereço para evitar perda de tráfego e problemas de indexação.
  • Implementar HTTPS: caso a migração envolva a adoção do protocolo seguro, instale e configure os certificados TLS com antecedência.
  • Atualizar regras do robots.txt: garanta que o arquivo do novo site esteja configurado para orientar corretamente os rastreadores, evitando bloqueios indesejados.
  • Gerenciar conteúdo excluído: para páginas antigas que não serão migradas, assegure-se que retornem códigos HTTP adequados (404 ou 410) para informar sua indisponibilidade.
  • Verificar propriedade no Search Console: revalide a propriedade tanto do site antigo quanto do novo para monitorar a migração e detectar problemas.
  • Garantir capacidade do servidor: o novo site deverá suportar o aumento temporário no tráfego do Googlebot durante a migração.
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Mapeamento dos URLs antigos para os novos

Um dos pontos mais importantes no processo de migração é ter um mapeamento claro e exato dos URLs antigos para seus equivalentes no novo site. Para isso:

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Como determinar os URLs antigos

Em casos simples, redirecionamentos wildcard podem ser suficientes, especialmente ao mudar de domínio. Nas situações mais complexas, uma lista detalhada dos URLs precisa ser criada, baseada em:

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  • Sitemaps já existentes, que indicam as páginas mais importantes.
  • Registros de acesso do servidor e dados de ferramentas de análise web para identificar páginas com maior tráfego.
  • Links internos e externos, acessíveis via Search Console.
  • Conteúdos incorporados, como imagens, vídeos e arquivos CSS/JavaScript, que também precisam ser considerados na migração.
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Mapeamento dos URLs

Definido o conjunto de URLs antigos, o próximo passo é mapear cada endereço para a sua nova localização correspondente. Isso pode ser feito usando regras de redirecionamento no servidor, banco de dados, ou diretamente no CMS, garantindo que cada URL antigo direcione para o conteúdo correto no novo site.

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Atualizações importantes no novo site

Para garantir que a migração seja transparente e eficaz, algumas atualizações devem ser aplicadas no novo site:

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  • Tags canônicas: cada página deve conter uma tag rel="canonical" autorreferente utilizando o novo URL.
  • Anotações multilíngues: se existirem traduções ou versões regionais, as tags rel="alternate" hreflang devem apontar para os novos URLs.
  • Links internos: revise e atualize os links internos para que apontem para os novos endereços, evitando passar por URLs antigos.
  • Sitemaps: crie e mantenha um sitemap atualizado com os novos URLs, facilitando o rastreamento e indexação pelo Google.
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Definição e implantação da estratégia de redirecionamento

Os redirecionamentos são essenciais para garantir que visitantes e robôs sejam corretamente encaminhados para o conteúdo novo, mantendo a autoridade e evitando erros. Algumas recomendações importantes:

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  • Use redirecionamentos permanentes (301 ou 308): indicam aos motores de busca que a mudança é definitiva, transferindo sinais de ranqueamento.
  • Evite cadeias longas de redirecionamentos: limite o número de saltos para melhorar a experiência do usuário e evitar falhas no rastreamento.
  • Mova todo o site de uma vez, se possível: para sites pequenos e médios, ajuda a acelerar a atualização do índice e simplifica a manutenção.
  • Sites grandes podem migrar por partes: facilitando o monitoramento e correção de falhas.
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Após definir a estratégia, ative os redirecionamentos no servidor ou no CMS conforme o plano.

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Fases após a ativação do redirecionamento

Depois que os redirecionamentos estiverem ativos, acompanhe o processo e realize as seguintes ações:

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  • Verifique as tags canônicas e regras meta robots: assegure-se de que estejam corretas para os URLs novos.
  • Teste os redirecionamentos: utilize ferramentas como a Ferramenta de inspeção de URL no Search Console para validar URLs individuais; para um volume maior, use scripts ou ferramentas especializadas.
  • Informe a mudança no Search Console: utilize a ferramenta de Alteração de endereço para indicar a migração ao Google (exceto para mudanças de HTTP para HTTPS, onde não é necessário).
  • Mantenha os redirecionamentos ativos por pelo menos um ano: isso ajuda a garantir que todos os sinais sejam transferidos e que usuários e robôs continuem acessando corretamente.
  • Envie o novo sitemap no Search Console: essencial para que o Google saiba da existência dos novos URLs.
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Atualização de links após a migração

Para melhorar a experiência do usuário e acelerar a consolidação do novo site, atualize o máximo possível de links apontando para URLs antigos. Isso inclui:

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  • Links internos do próprio site.
  • Links externos de parceiros, blogs, redes sociais e outros sites que façam referência ao seu conteúdo.
  • Perfis em redes sociais e perfis em websites relevantes.
  • Campanhas de marketing e publicidade.
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A atualização reduz a necessidade de redirecionamentos e diminui a latência na navegação.

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Monitoramento do tráfego durante a migração

O acompanhamento constante é fundamental para garantir que tudo esteja ocorrendo como planejado e para identificar rapidamente possíveis problemas.

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Uso do Search Console

O Search Console oferece ferramentas essenciais para monitorar a migração:

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  • Relatórios de sitemaps: acompanhe a indexação dos novos URLs e observe a queda gradual da indexação dos antigos.
  • Relatório de cobertura: verifique erros de rastreamento e porcentagens de indexação para identificar pendências.
  • Relatório de desempenho: visualize consultas de pesquisa, impressões e cliques para monitorar a performance dos novos URLs.
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Outras ferramentas

Além do Search Console, utilize:

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  • Logs de acesso do servidor para identificar erros recorrentes ou tráfego incomum.
  • Ferramentas de análise web, como Google Analytics, para avaliar o comportamento dos usuários e confirmar o deslocamento do tráfego do site antigo para o novo.
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Principais erros comuns e como tratá-los após a mudança

Alguns problemas podem comprometer a migração e a indexação do novo site. Esteja atento aos seguintes:

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ErroSolução
Bloqueio por noindex ou arquivo robots.txtRemova bloqueios temporários aplicados durante o desenvolvimento, certifique-se de que o robots.txt não bloqueie páginas essenciais, e utilize a Ferramenta de inspeção de URL para diagnosticar.
Redirecionamentos incorretos ou erros 404Analise se os redirecionamentos apontam para URLs existentes; utilize o Search Console e ferramentas como Screaming Frog para identificar links quebrados e corrigir.
Erros de rastreamento diversosMonitore o relatório de cobertura do índice para detectar picos em erros e investigue suas causas.
Capacidade insuficiente do servidorGaranta que o servidor do novo site tenha recursos suficientes para suportar o aumento no tráfego do Googlebot, evitando lentidão e erros durante o processo.
Sitemaps desatualizadosAtualize e envie ao Search Console os sitemaps com os URLs novos, removendo os antigos para evitar confusão.
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Recomendações finais para uma migração tranquila

Em resumo, para que a mudança do seu site com alteração de URLs ocorra da melhor forma possível, siga estas práticas:

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  • Planeje cuidadosamente cada etapa, evitando mudanças simultâneas de múltiplos fatores que possam prejudicar a avaliação e resolução de problemas.
  • Prepare o novo site com todos os recursos necessários, incluindo certificados, arquivos e configurações técnicas.
  • Mapeie corretamente os URLs, garantindo redirecionamentos permanentes e atualizando links internos e externos.
  • Use o Search Console para informar a mudança e monitorar o desempenho.
  • Mantenha os redirecionamentos pelo maior tempo possível, enquanto atualiza links e monitora tráfego e erros.
  • Se necessário, busque suporte na Central da Pesquisa Google ou nos fóruns especializados.
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Seguindo essas etapas, é possível minimizar oscilações nas classificações, preservar autoridade e oferecer uma experiência de navegação consistente para os usuários, além de facilitar o trabalho dos mecanismos de busca na transição.

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