Como usar gráficos de bolhas para otimizar seu SEO e identificar oportunidades de melhoria

Introdução ao uso de gráficos de bolhas para SEO

Compreender os dados de desempenho de um site na Pesquisa Google pode ser um desafio, principalmente quando o volume de consultas é grande e há muitas variações de cauda longa. As consultas de cauda longa são aquelas menos frequentes e variadas, o que dificulta identificar padrões claros e oportunidades de melhoria.

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Uma ferramenta poderosa para visualizar esses dados é o gráfico de bolhas, que auxilia na análise ao relacionar diversas métricas em um único plano, facilitando a identificação de consultas com bom desempenho e aquelas que precisam de otimização. Aplicar essa técnica pode transformar o entendimento das consultas que trafegam para seu site, destacando onde o foco deve ser priorizado para melhorar o SEO.

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Como interpretar um gráfico de bolhas do Search Console

O gráfico de bolhas possibilita a visualização simultânea de múltiplas dimensões e indicadores de desempenho das consultas que levam usuários ao seu site. Normalmente, são usados três eixos significativos:

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  • Eixo X: representa a taxa de cliques (CTR), indicando a proporção de usuários que clicam em uma página após visualizar um resultado para aquela consulta.
  • Eixo Y: indica a posição média do site nos resultados de pesquisa para a consulta em questão.
  • Tamanho da bolha: reflete o volume de cliques ou tráfego gerado por aquela consulta.
  • Cor da bolha: usada para diferenciar categorias, como o tipo de dispositivo (móvel, desktop, tablet), o que ajuda a perceber diferenças de comportamento entre plataformas.
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Esses elementos juntos possibilitam uma análise profunda e facilitam a identificação de padrões de desempenho.

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Fonte e personalização dos dados

O gráfico utiliza dados provenientes da tabela de "Impressões do site" do Search Console, que agrega métricas de desempenho como cliques, impressões, CTR e posição média para cada consulta e dispositivos.

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Para tornar a análise mais relevante, é possível personalizar o gráfico por meio de filtros e controle de dados, que incluem:

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  • Controle de dados: escolha da propriedade do Search Console a ser analisada.
  • Período: seleção da janela temporal de análise (por exemplo, últimos 28 dias).
  • Consulta: inclusão ou exclusão de consultas específicas usando filtros avançados, como expressões regulares.
  • País: restrição dos dados por localização geográfica dos usuários.
  • Dispositivo: filtragem por tipo de dispositivo onde a consulta gerou tráfego.
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Configuração dos eixos do gráfico

Existem detalhes importantes para configurar os eixos do gráfico e melhorar a compreensão dos dados:

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  • Inversão do eixo Y: Como a posição média oferece valores numéricos onde 1 é a melhor classificação, inverter o eixo Y coloca a melhor posição no topo, tornando a análise mais intuitiva.
  • Escala logarítmica: Aplicar escala logarítmica em ambos os eixos ajuda a destacar consultas que estão fora da média, seja com CTR muito baixa ou alta e posições médias extremas.
  • Linhas de referência: Essas linhas indicam valores médios ou percentis e facilitam a segmentação visual do gráfico em quadrantes, facilitando a leitura do desempenho.
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Análise das bolhas no gráfico

Cada bolha representa uma consulta, tendo como atributos:

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  • Tamanho: Correspondente ao número de cliques, identificando rapidamente as consultas que geram maior tráfego.
  • Cor: Diferencia a categoria do dispositivo, ajudando a identificar padrões entre acesso móvel e desktop.
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A medida correta da bolha facilita a priorização de ações, ressaltando consultas estratégicas.

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Como analisar os dados e identificar oportunidades

O gráfico de bolhas é dividido visualmente por linhas que indicam a média da CTR e da posição média, criando quatro quadrantes que ajudam a entender o perfil das consultas:

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  1. Quadrante superior direito (posição alta, CTR alta): Consultas muito relevantes e com excelente desempenho. Normalmente, não há necessidade de ações adicionais.
  2. Quadrante inferior direito (posição baixa, CTR alta): Consultas que, mesmo com baixa posição, apresentam uma CTR alta, indicando interesse dos usuários. Nesses casos, melhorar a posição pode impulsionar muito o tráfego, pois os usuários já demonstram grande interesse.
  3. Quadrante inferior esquerdo (posição baixa, CTR baixa): Consultas com baixo desempenho e pouco interesse. Convém analisar as bolhas maiores, que ainda trazem algum tráfego. Algumas podem valer a pena otimizar, outras podem ser irrelevantes ou desconectadas do foco do site.
  4. Quadrante superior esquerdo (posição alta, CTR baixa): Consultas em posições privilegiadas, mas com baixo clique. Pode indicar que o snippet do site não é atrativo, que concorrentes possuem marcações especiais ou que os usuários encontraram a informação diretamente nos resultados sem necessidade de clicar.
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Esses quadrantes proporcionam um framework visual para priorizar esforços de SEO, destacando consultas com maior potencial de ganho.

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Além disso, considerar o comportamento por dispositivo pode trazer insights adicionais. Por exemplo, uma consulta pode ter ótimo desempenho em dispositivos móveis, mas precária em desktops, indicando a necessidade de ajustes específicos para plataformas diferentes.

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Estratégias para melhorar o SEO com base na análise do gráfico de bolhas

Depois de identificar as consultas que apresentam oportunidades, pode-se partir para ações específicas de otimização:

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  • Criação e otimização de páginas: para consultas importantes que trazem tráfego, é importante garantir que existam páginas dedicadas que atendam a essas necessidades do usuário, engajando melhor e proporcionando informações completas.
  • Aprimoramento de títulos e descrições: os elementos de título e a metatag de descrição devem ser claros, informativos e específicos para a consulta, incentivando o clique e melhorando a CTR.
  • Uso eficaz de cabeçalhos (H1, H2, etc.): estruturar o conteúdo com cabeçalhos destacados ajuda tanto o usuário quanto o algoritmo do Google a entenderem a hierarquia e relevância da informação.
  • Incorporação de palavras-chave e sinônimos: expandir o alcance do conteúdo considerando variações e termos relacionados amplia a possibilidade de atender buscas diferentes sobre o mesmo tema.
  • Utilização de dados estruturados: marcar o conteúdo com schema.org pode ajudar a destacar seu site nos resultados de pesquisa, aumentando a CTR.
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Ferramentas como o Planejador de Palavras-chave do Google Ads e o Google Trends são recursos valiosos para identificar palavras relacionadas, avaliar o volume de pesquisa e identificar tendências que podem ser incorporadas no conteúdo do site.

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Considerações finais

O uso de gráficos de bolhas aliado ao Search Console possibilita uma visão clara e abrangente sobre o desempenho das consultas, facilitando a identificação de oportunidades que passariam despercebidas em análises convencionais.

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Ao segmentar consultas com base nos quadrantes de desempenho, fica possível dedicar esforços naquelas que têm maior potencial para alavancar o tráfego e engajamento do site, enquanto evita o gasto desnecessário em consultas que não geram valor.

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Por fim, a constante análise e otimização baseada em dados reais é a base para um SEO efetivo e sustentável, garantindo que o conteúdo do site esteja alinhado às necessidades e comportamentos dos usuários nas diferentes plataformas.

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